Você já reparou como a água mineral é mais leve e saborosa? Tanto que dificilmente paramos no primeiro copinho...

Isso acontece porque os sais e outros elementos presentes nas águas minerais oferecem efetiva contribuição à saúde de nosso organismo. O flúor, por exemplo, atua na prevenção de cáries, o magnésio aumenta o vigor físico e previne a hipertensão, o zinco ajuda no processo curativo, o bicarbonato controla a acidez do estômago, o cálcio previne a osteoporose e assim por diante.

Você sabe a diferença entre a água mineral e a água "filtrada"?

A água mineral é aquela produzida e enriquecida de sais minerais pela própria natureza. É captada do subsolo através de fontes hidrominerais localizadas em áreas protegidas da poluição ambiental, para preservação da composição mineral da água. Somente fontes legalmente autorizadas podem explorá-las. Por lei, a água mineral natural não pode sofrer qualquer tipo de tratamento. Ela deve ser captada e envasada na própria fonte e chegar ao consumidor tal como foi concebida pela natureza.
Já a água “filtrada” é a água da rede pública (ou de torneira, como se diz) que passa por um dispositivo filtrante para melhorar sua qualidade. Normalmente, é uma água procedente de rios, represas ou lagos, via de regra poluídos, que passou por tratamento com produtos químicos até tornar-se adequadamente potável e sem riscos à saúde. Contudo, encanamentos enferrujados e caixas d’água sem higiene podem comprometer a qualidade da água antes de ela chegar à torneira ou ao filtro da sua casa.

O filtro purifica a água de torneira?

Não se pode falar em purificação de água. O termo “purificador” não é reconhecido pela Associação Brasileira de Normas Técnicas, nem pelo InMetro. Conforme define a NBR 14.908/04, “filtro é um dispositivo para melhoria da qualidade da água já tratada”. Apenas isso.

Você sabia que a água é a bebida mais recomendada por pediatras e nutricionistas?

As crianças precisam mais de água do que os adultos, pois possuem pouca massa corporal e com isso absorvem mais calor. Elas também apresentam menor capacidade de suar do que os adultos. Por isso, a água não pode ser substituída por outro líquido e os pequenos devem bebê-la mesmo quando não estiverem com sede.
De acordo com a Dietary Reference Intakes (DRI), diretriz americana que estabelece o consumo desejável de diversos nutrientes na dieta diária da população, a ingestão de água varia de acordo com a faixa etária e o sexo da criança:

Você sabia que a sede é sinal de que o corpo está no limite da necessidade de reposição de líquido?

A hidratação do corpo humano exige, por dia, a ingestão de cerca de dois litros de água (entre oito e dez copos grandes). O ideal é beber água regularmente, sem esperar sentir sede. A sede é o sinal de que o corpo está no limite da necessidade de reposição de líquido.
Além disso, a água ajuda no processo de emagrecimento, pois contribui para eliminar impurezas do organismo.

Você sabia que a urina em um tom de amarelo forte indica que a pessoa está bebendo pouca água?

O ideal é começar o dia bebendo um copo de água em jejum, diariamente, para limpar o organismo e prepará-lo para a primeira refeição do dia. A água é necessária para que os rins funcionem bem e filtrem as toxinas.
Mas não são apenas os rins e o intestino que dependem da ingestão de água para funcionar bem. A água regula a temperatura corporal, contribui para a lubrificação das articulações, impede o acúmulo de toxinas na pele e favorece a circulação em geral.

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